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A outra maneira de descrevermos a dor....

[ 07/08/2016 ]

O que pareceu caminhar nas lágrimas desconhecidas, perguntou sempre pelos novos desafios, pelo que pensávamos, nos pontos de vista fatigados, que podemos fazer ou que pretendemos, à espreita de onde queremos chegar.

Porque são tão reais aquelas lágrimas, aconteceram no que encontrámos nos símbolos e na busca espiritual, ao fundirmo-nos com os raios de sol, que alcançam o despertar. Na esperança de conhecermos a evolução por conhecer, no caminho da maturidade, entre cortada pelo que não encontraremos na paz interior.

O que se funde nos espaços, em cada dia, no que parece ser, o que deixamos atrás do sol, que propõe no interior, no coração, procurando o que ajuda a libertar as ruas do despertar.

O que procuramos, no que se utiliza, na distância que perturba o que procuramos em nós mesmos, no refúgio de um aroma sentido, na diferença de uma arte de vida.

O sentido da vida, na tristeza dos laços afectivos quebrados, que recordam o que aceitamos oferecer, para tratarmos a dor.

O apego que se acumula no ser que sustem o que sentimos nas causas que afectam as mudanças de ânimo, demonstram as afirmações egocêntricas da necessidade de nos afirmarmos, no que decidimos fazer.

A outra maneira que descreve a paciência, no caminho que olha o que permanece no silêncio.

 

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