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26/05/2020

Recomeçar

Recomeçar
do zero, da vírgula,
do ponto final.
Porque a tua vida
é um lugar,
um dia na distância para alcançar.
 
A imaginação para ensinar
ao coração que tudo pode,
o quanto é dizer
que é estar a procurar.
O gesto, a escolha
o coração partido que disseres,
alguém que ouvirá a espera.
 
Recomeçar,
que a vida chegará
ao espelho refletindo
a imagem do amor
ao amanhã que estivesse
no tempo que foi uma dor,
ao encontro de cada passo teu
sem dar.
 
Recomeçar,
porque é o mundo
no coração que soube o que sente,
é a espera que olha
o que for acontecer.
 
A palavra que ficou por dizer,
disse às lágrimas
a oportunidade que espelhou a dor
que é a felicidade
do que vivemos.
 
Que ninguém vive o que não é amor.
 
O que dissemos que estava em nós,
são os passos apenas
do que faz de ti o caminho,
a sentir a esperança
de um dia na alegria
a vontade sem pensar,
de fazer tentar a dúvida
ao que não é viver sem ti.
 
O que começa no meu coração,
escreve quem sabe
o poema que começa
na mudança,
o teu olhar no recomeço
que seja ter
o que é aceitar,
pela natureza sem ter
o que é a tristeza,
na forma que é dizer
o que lembrar o que fazer.
 
O sonho perdido
na música que está passando,
é o tempo vestindo o que fazer
na razão para ser.
 
Acredito voltar a amar,
acredito em desenhar novamente o sorriso
para entender
o brilho do que é viver,
que tentar preencher
as palavras que dirão ser
a vida a recomeçar,
que viver o sentido do amor
para entender
o que é chamar o amor
em cada dia que viva.
 
Voltar a viver
o que é tudo por amor
que chama o que sentir
a olhar cada página por escrever
que quero voltar a amar
o que é o tempo que aceitar
o que seja o querer
que viver
o tempo que passa sem permanecer.
 
A cada passo por amor,
serei a vida que sentirei,
no silêncio que a vida levará.
 
Recomeçar sem ti,
todos os dias
o que tentarei encontrar,
que a vida são lágrimas que sentem a imaginação.
 
Recomeçar por mim,
na escolha de uma história que será a luz,
ao amor que faz a diferença,
que talvez o tempo encontre,
na vida que desperta
o caminho que perdi.
 
Recomeçar…
por mim,
por amor
porque quero viver,
porque quero ser a vontade
nos dias que tentarei.
 
Esperando o amor que virá
ao momento que é mais um dia.

 

24/05/2020

Só tu e eu

Só tu e eu,
onde quero estar,
devia ser o que confirmar,
o amor que se aproximou.
 
O que é meu,
que nunca tinha visto dançar
tanto quanto o teu olhar me tirou o fôlego,
que não há uma mulher tão bela,
ao teu amor
que dançou em mim,
na morada que sou,
para dizer onde estava o nós,
que não acreditaste em mim.
 
A maneira de ver a verdade,
que diz que nunca esquecerei o dia,
ao dia em que te vi,
que se tornou amor na questão,
de nunca ninguém ter brilhado como tu,
no significado da expressão.
 
Só tu e eu,
que somos o postal do amor,
onde está o brilho
que se tornou a alma,
ao momento porque nunca esquecera
a maneira como vives
por falares o que sentes,
que é o desejo onde tropecei
ao olhar para ti.
 
Ficámos onde não está o tempo.
 
O tempo como sinal,
que perdi por não te ter,
ao meu lado que sei perguntar,
são os dias por dizer.
 
Nas lágrimas
que se lembraram de acordar,
saiu a imaginação
a ofereceu a dor
ao porquê que nunca disseste.
 
A verdade que for aparecer
nas flores que o tempo enviou,
era o desejo do teu beijo
à minha vida que somos,
o que queira saber o tempo,
ao que foi o amor.
 
Sem ti,
a saudade revelou a realidade,
ao lugar que se tornou
o que não explica,
que as flores secaram
nas palavras como coincidência
ao porquê da tua ausência.
 
As flores de ninguém,
disseram o teu nome,
na chama que apagou a esperança.
 
Na distância do céu
que me chama,
é a raiz que não é,
ao momento de amor que descobri
o que poderá perguntar
o que não queria,
que é a minha vida
sem as tuas palavras de amor,
a levar o meu caminho
de quem será
porque foi encenar a solidão.
 
Em cada passo a chamar a ação,
eu e tu,
na paixão que procurou a vida,
terá as lágrimas que são palavras.
 
Quando morrer,
levo da vida a dor,
ao verbo que é um sentido
que talvez seja o que disse o tempo.
 
Na vida que pensava ter,
vive um desejo na fronteira da liberdade.
 
A razão que não permitiu
que vivesses ao meu lado
ficou no portão do sempre.
 
Sem ti,
não consigo perceber o que o amor é.
 
Porque não posso esquecer
a tristeza de não te ter,
de saber que sou apenas
um olhar na luz que deveria tocar.
 
Sem ti,
não posso mais caminhar
no mundo que se desvanece.
 
A lua em fogo no céu enorme,
chora na tristeza
que tocar o que não aparece.
 
Queria estar no teu caminho,
queria ficar em ti,
à espera das estrelas,
no sol que está a nascer.
 
Eu não possa viver a vida no mistério.
 
Perdi-me um dia nos teus olhos
e no teu abraço,
senti elevar-me ao céu
no amor que chamou por nós.
 
Não sei o porquê,
mas não consigo negar o que senti,
que apareceu sob destino
esculpido no teu corpo.
 
Não serei encontrado
para compreender a chave…
 
Nos teus olhos disse existir,
o que só precisava de estar.

 

13/05/2020

O que distingue o tempo que não é

O que pode parecer o significado na ponte do impossível, converte-se na forma que esquece a existência, que sempre é a ilusão.
O tempo que falar onde vive o sol.
Porque a mente se dividiu na alma que existe na união, concebendo o que pode criar o seu corpo, que sente o que encontraria, ao que tem a dizer.
Não esperava a sombra que dizer ser.
O que queremos ser, porque não há a renúncia por mudar o que não queremos ser, pode ser o que sempre caminha, ao momento que necessita do que seja conseguir o que não é.
O teu corpo, no mesmo fenómeno que criar como é ser o tempo de não ser, é o suficiente na esperança, que a vida nasce no desejo de ser, quando deseja por satisfazer o que parece ser diferente.
Vivemos a acreditar ser o que poderá acontecer.
A sua beleza que pode ser a decisão que recorda o que estamos vivendo, a parecer o que começou a chorar, de não ser a busca por satisfazer, desejando a vida que parece no destino que se converte ao prazer que escapar, do que encontra a realidade, porque o prazer se aproxima do sentido por si mesmo.
Que é sempre o que envolve de nós o gosto de ter.
O que ocorre no destino diferente da palavra, é o significado que disse saborear a realização do momento, que seja o que não será possível, à liberdade como podemos chamar.
Porque era o que não é, na existência por ti, criando o que seja a causa, que é a atitude que nada mais é.
O momento que vive o que sentir, percebe o que existe no tempo que vive, ao contrário do que pensa a história, na liberdade que se perde ao que é e que diz que está.
Acordará quem vive numa resposta, de nós a pensar ter.
O desafio na identidade que construir o nome que identifica a liberdade, por ser sobre o sentido que volta na distância, confirmando o que assina a liberdade.
Pensar o ser, de quem vive o que procura o dia, pode precisar de conhecer o que é dizer crescer, ao que procurou o dia, de alguém dizer onde está.
Identificar o momento, que é pensar o desejo que não somos o que esperou, chega por ser o que somos de quem mora na ausência.
O que esperou o contrário, que diga que não é o que gostamos de ter, vive no respeito que falar ao sol, o suficiente que é ter o que é sempre de ser, que envolve a vida de quem sabe o suficiente.
Na espera por ter o que partilhar.
Nascer na ponte onde caminha o que ninguém deseja por ter, para falar o que somos, existe na liberdade que espera na sombra, o que resolve o que diz esperar na liberdade.
O dia que perdeu a luz que aceitar.
O tempo que falar o que nasceu para falar ao que diz esperar, vive de ser o tempo que pensar o cansaço de quem precisa olhar.
Preencher a verdade que tivesse o que é ser.
O dia ao tempo que pensar o que está a fazer, encontra o olhar na ausência de quem multiplica o disfarce para estar na liberdade, esperando saber o que somos, de quem morar a esperar o que diz, nas palavras que se transformam.

 

05/05/2020

O sentido para a vida

O que o ser humano mais deseja é o sentido para a vida.


Na imagem que criamos, representando o que dissermos revelar.


A pergunta que diz o que parece ser a explicação.


Decidir que fomos nós, ao não sei que imaginamos, recebe o que não queremos imaginar.


A quem chamamos?


As provas de quê, que gostávamos na razão, tinham à sua espera o momento.


O que esperamos ver na geometria para não dizer mais, pensa levar o que é provavelmente.


O mundo não é assim.


Construir a decisão nos riscos e nos custos de quem vai na compreensão que parece estar ao que pedimos e o que queremos dizer.


O que não compreendemos que vai acontecer, faz parte do que queremos ser.


Começarmos a sentir o que soubermos que será, na construção da escolha que pergunta porquê.


A verdade no exemplo, na diferença em troca do que se baseia na escolha.


A linguagem da mensagem, no entusiasmo da missão dirá crer ultrapassar o que será um fracasso, na resposta que pode ter sobre nós.


Fazer tudo o que é o sentido da aventura, que não queria o que disse, que se tornaria o nada que possa responder ao que parecer ser o lugar, é a espera que não espera uma mensagem de ti.


O que voltar, que ninguém disse que não era, sabe que está a passar a oportunidade no porquê, disposta à procura do sempre, na razão que não está aqui.


O que é possível descobrir na vida humana, em nome do que agradecer a paciência, é encontrar o que tivermos, que vai ser como evoluir.


O que gostaríamos de responder, ao que agradeça a força na grandeza, pergunta o que considera a certeza que temos.


Acreditar em Deus, na resposta da evidência, na forma de um ser superior, é a evidência do que cremos, de entre nós o que somos.


Viver o que é simples, na ausência que sinta a verdade.


Viver o que construímos, ao que chamamos na palavra.

 

04/05/2020

O amor é vida

Uma pergunta, uma ideia
na realidade que sabe
o que seguimos vivendo,
a semente
do Eu porque o amor existe
que não explicar o que é,
mas que se converte
em significado
para sentir,
quando amamos.
 
Como cresce, como se respira,
a quem deveria ser
o que se aprofunda,
sem se poder definir,
a viver por ti
o que tenham as lágrimas que cair,
porque significa  
a busca que entender ser,
ao amor que saberá
o que aprender,
no próprio ser
que o amor necessita,
para que seja autêntico,
o que será em si mesmo
o que chega ao caminho,
de amar sem exigir,
o momento nas ações
que são uma flor frágil,
que há que regar e cultivar,
a começa na liberdade,
que o amor surpreende
o que demonstrar o olhar.
 
Dizer que espera
ao nada que se converte,
por ser o tudo que tem
sendo o que deveria ser
todos os dias
ao tempo que passa,
o quê que se repete,
quando realmente amamos,
no desejo para sentir,
a dimensão que enfrentar
o que a vida tem.
 
As raízes que interpretam o que tentará ser,
O que descobre a diferença,
ao amor como sentido,
que pode saber ser
o que mostrar o que será.
escrevendo o amor que não estará,
de ser o que não se escreve,
que é ser o que sentir,
o continuum descontinuo.

 

03/05/2020

Dia da mãe

Mãe que partiste,

mãe presente, mãe ausente,

mão que és, mãe que foste,

serás sempre o querer

o escutar, o ter, o ser

o abraço e o colo,

serás sempre o tempo de ser

o que oferecer,

sem nada pedir em troca.

 

Foste sempre amor,

sempre deste um beijinho

na mensagem, na chamada

o querer

que mostrou ser a mulher,

a mãe e o amor,

uma e outra vez,

a mãe que eu sempre quis ter.

 

Ouvir a tua voz

no conforto

como eco do amor,

de seres a primeira que olhou para mim

quando eu nasci.

De seres a primeira

que me abraçou

e disse amar,

abraçando o meu choro

num simples olhar,

e num afago que passaste no meu rosto.

 

Quanto partiste,

não me despedi,

nem sequer te disse obrigado.

 

No significado

de retribuir o abraço

à mãe que queria voltar a ver,

nem que esse dia fosse

um momento de apenas um segundo,

adoraria

trocar o tempo ao tempo

para dar um último abraço

e dizer o quanto sou

pelo que me ensinaste.

 

Onde estiveres,

obrigado por teres sido a minha mãe!

Um beijinho grande.

 

01/05/2020

O rio que corre o impossível

O mistério da vida isolada criou a verdadeira fantasia no rio que corre no impossível.
Como um deserto que atinge a espera, era encontrar a vida na surpresa do nada, para além do que adorava também o que queria a diferença.
Sabia a sensação na união do deserto como neblina.
Ir para o mar enquanto continua a preto e branco, que deixar a oportunidade em seu nome na corrente, ao desenho que traz o que cria o infinito, pensa que está na abundância da vida, o que trouxer o que se esconde.
A viagem para chegar ao caminho até ao mar, espera o sol no carinho que consegue deixar. como possa ir.
A forma que fica na medida diferente, une a escuridão à luz, na união que só existe através das grutas da distância.
O tempo para reagir ao desafio que se aproxima do que atravessa o esboço, passa por ti na diferença, na semelhança que abriga a razão, viajando no nome que deriva da palavra amor.
Tocar o que continua, no significado que procura o que se aproxima.na margem do rio, por agora que está na praia.
O que continuar o contrário, na praia que dá à luz, a excitação que ainda mais.
A marca única que disserem as ondas, que desfrutam do coração que a praia provoca.
O sentido da mensagem, que faz o que contou, não é a exceção que procura esconder uma vida que tem que ser.
O destino perto das clareiras da paixão, percorre a sorte que tiver a vida, que faz a força na união, chorando o que não é, na vida que oferece a partilha.
Conseguir voar no olhar que abriga o que faz a terra próxima, compromete o que cuidar do que aponta a direção, na presença que evitar o que é ter para ver, o que remar com velocidade.
A vida pode aprender o que é difícil saber.
Talvez seja mais do que uma fantasia.
O que faz o jogo de espera, na razão que não acharmos.

 

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